Saudade de te ver abraçando os travesseiros, cheio de anseios e tocando violão... cantando músicas bonitas com sua voz tão linda, que alimentava minha paixão.
Saudade de quando o amor existia, de quando o sono não vinha e de como olhava para mim... com aquele olhar apaixonado, meio atrapalhado, de como quando se espera um sim.
Saudade das conversas diárias, do carinho nas palavras e de como eu acreditava em nós dois... numa facilidade estranha, que de tão tamanha, enxergava um 'depois'.
Saudade de quando meu amor esperava, de quando a dúvida era incapaz de magoar... essa pobre alma, de quem apaixonada, não via que a paixão iria machucar.
Saudade de uma pessoa, que talvez por ironia, por força do destino, eu nunca conheci... porque talvez se escondia, porque também temia, porque tinha receio de se iludir.
Saudade de um tempo incerto que de tão incerto me permitiu sonhar... Saudade de uma paixão repentina que de tão intensa me fez chorar.
Saudade do que nunca tive, do que sempre quis, de como eu acreditava ser o amor... Saudade de quando achava, que o amor surgia só quando se queria amar... e sem dor."

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